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Seplan é convidada para participar de projeto do IBGE

Nayara Takahara | Seplan-MT

Nayara Takahara | Seplan
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Uma expedição formada por especialistas das mais diversas áreas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) partiu de Cuiabá, na manhã desta quinta-feira (05.04), para percorrer o Pantanal e sua área de aproximadamente 150 mil km². A convite do IBGE, o geólogo e servidor da Secretaria de Estado de Planejamento de Mato Grosso (Seplan-MT), Juraci Ozeda, também integra a caravana.

Os detalhes da viagem foram combinados na tarde desta quarta-feira (04.04), durante reunião que ocorreu na sede da Secretaria de Planejamento. A expedição tem como meta concluir até dezembro o novo mapa de biomas brasileiros numa escala de maior detalhe e para tanto deverá explorar ainda em 2018 os seis biomas do País. São eles: Pampa, Caatinga, Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal.

“Estamos muito honrados por poder contribuir com mais este relevante projeto do IBGE. Não é a primeira vez que a Seplan é convidada para participar de trabalhos desenvolvidos por esta respeitada instituição, então isso confirma que a Secretaria está no caminho certo”, avaliou o secretário de Estado de Planejamento, Guilherme Müller.

Além da Seplan, que integra a comitiva, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) também foi convidada e participa das reuniões do projeto. Em Mato Grosso do Sul o convite foi feito para a Embrapa Pantanal.

“Os convites às instituições parceiras desse projeto foram feitos porque acreditamos que é importante a participação de técnicos locais que tenham experiências na região, nesse caso o Pantanal, para nos apoiar e discutir com a gente a redefinição dos biomas numa escala de maior detalhe”, explicou a geógrafa do IBGE e coordenadora da equipe que foi a campo, Rosangela Garrido Botelho.

Segundo a geógrafa o projeto que objetiva representar os biomas brasileiros com maior detalhamento, na escala 1:250.000, teve início em agosto do ano passado com a realização de workshops para promover a discussão e a aproximação de outras instituições. A expedição estreia o trabalho a campo com o Pantanal, bioma de menor extensão territorial no Brasil e uma das maiores áreas úmidas contínuas do planeta. Todos os cinco demais biomas serão percorridos e o contato com cada estado ocorrerá em função das áreas críticas de dúvidas, salienta Rosangela.

“O que nós temos hoje de biomas é um mapa de 2004 que está na escala de 1:5.000.000, então ele é bem genérico, mas muito utilizado nas escolas com as crianças, em atlas, e para as definições das políticas públicas”, comenta ao acrescentar que a demanda para produzir o mapa numa escala de maior detalhe sempre existiu, no entanto dependia da finalização dos mapeamentos temáticos dos recursos naturais, concluído neste ano pelo IBGE.





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