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Seplag realiza Sarau Literário e entrega de mudas para os servidores

Na oportunidade foram entregues cerca de 600 mudas de plantas aos servidores doadas pelo Projeto Verde Novo
Éverton Anunciação | Seplag-MT

Livros doados pelos servidores da Seplag - Foto por: Éverton Anunciação
Livros doados pelos servidores da Seplag
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Em comemoração ao Dia Nacional do Livro, a Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) por meio da Superintendência da Escola de Governo, em parceria com a Assessoria de Comunicação, realizou um Sarau Literário, na última quinta-feira (31.10). O objetivo da ação foi incentivar os servidores a praticar a leitura e o compartilhamento de conhecimento, além de integrá-los ao espaço de convivência da Secretaria.

Na oportunidade também foram entregues cerca de 600 mudas de plantas frutíferas e ornamentais para os servidores. A doação foi realizada pelo “Verde Novo”, projeto do Juizado Volante Ambiental do Poder Judiciário de Mato Grosso, que tem uma meta de distribuir 300 mil mudas de plantas na capital este ano.

Ao som de música ambiente, os presentes puderam trocar livros de várias temáticas, desde romance até concurso público, além de adquirir mudas.

Para o superintendente da Escola de Governo, Josué Ribeiro, o evento traz vários benefícios tanto para o órgão quanto para os servidores, entre eles o conhecimento, compartilhamento e a sustentabilidade da cidade.

“É uma ação que envolve eixos que a sociedade precisa se preocupar como, a leitura, o bem estar, o compartilhamento de conhecimento e a sustentabilidade. Quando levamos um livro para casa nós crescemos culturalmente, melhoramos o modo de comunicar com o outro. Assim, acontece quando adquirimos uma muda, estamos cuidando de outra vida”, disse Ribeiro.

Segundo o analista administrativo Geonir Schnorr, a ação é positiva porque preza pela qualidade de vida e o fomento a leitura.

“A doação de mudas é uma atitude que valoriza a questão ambiental, visa uma melhor qualidade de vida. O compartilhamento de livros é muito importante para resgatar a leitura de obras mais antigas e até mais novas”, relatou Schnorr. (Supervisão de texto D’Laila Borges)





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